Validar Conta Bancária: por que este validador não substitui a fórmula do seu banco
Este validador confere agência e conta pelo mesmo cálculo genérico já documentado na página do gerador de Conta Bancária — um Módulo 11 com pesos cíclicos, não a fórmula real de nenhum banco brasileiro específico. Vale repetir aqui, no contexto de validação, uma distinção que é fácil de esquecer justamente por essa ferramenta se chamar "validador": ela confirma consistência de formato (que agência, conta e dígito seguem um padrão coerente entre si), não que aquele dígito verificador bate com o que o Itaú, o Bradesco ou qualquer outro banco calcularia para a mesma combinação de números.
O risco de usar este validador como se fosse a fórmula real de um banco
Se um sistema usa este tipo de validação genérica como substituto da fórmula real de um banco específico antes de uma transferência (TED, DOC, ou mesmo cadastro de conta para recebimento), o resultado é duplo e igualmente problemático: contas reais com dígito verificador correto pela fórmula real do banco, mas que não batem com o cálculo genérico, seriam rejeitadas incorretamente; e combinações inválidas que por coincidência batem com o cálculo genérico poderiam ser aceitas quando não deveriam. Nenhum dos dois erros é aceitável num sistema financeiro real.
Uso correto: checagem de formato, não de veracidade bancária
O uso apropriado deste validador é conferir consistência de formato em contextos onde a fórmula real do banco não é conhecida ou não está implementada — por exemplo, um formulário genérico que aceita conta de qualquer banco sem pedir identificação do banco especificamente, ou um ambiente de teste que só precisa de dados plausíveis, não matematicamente corretos para uma instituição real. Para validação financeira de fato, a fórmula documentada do banco específico envolvido é sempre o caminho correto.