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Gerador de RG online

Gere números de RG (Registro Geral) no formato mais comum, prontos para testar formulários e sistemas.

O RG não tem um algoritmo nacional único — cada estado emite no seu próprio formato. Este gerador segue a convenção mais comum apenas para fins de teste; os números não pertencem a nenhuma pessoa real nem a órgão emissor algum.

Documentação técnica

Gerador de RG: por que não existe "o" algoritmo nacional

Diferente do CPF e do CNPJ — que são cadastros federais, com um único algoritmo de dígito verificador definido pela Receita Federal e válido em todo o território nacional — o RG (Registro Geral) é emitido pelas Secretarias de Segurança Pública de cada estado, e cada uma historicamente adotou seu próprio formato de numeração. Não existe uma norma federal única que todo RG do Brasil siga. Isso tem uma consequência direta para qualquer sistema que "valida" CPF: rigorosamente falando, um RG não tem uma regra de validação universal como o CPF tem — o que a maioria dos sistemas faz, na prática, é aceitar o formato mais comum (8 dígitos + 1 dígito verificador, no padrão adotado pela SSP-SP, que por ser o estado mais populoso acabou virando referência de fato para formulários e validadores genéricos).

O formato usado neste gerador

Este gerador reproduz o padrão SSP-SP: 8 dígitos de base seguidos de um dígito verificador calculado por Módulo 11, com pesos decrescentes de 9 a 2 aplicados posição a posição. A particularidade desse dígito, em relação ao CPF, é a regra de mapeamento do resto: quando o resto da divisão por 11 é 10, o dígito verificador não vira "0" — vira a letra X (a mesma convenção usada no dígito verificador do ISBN-10 e de outros sistemas Módulo 11 que precisam representar o valor 10 como um único caractere). Quando o resto é exatamente 11 (soma zero ou múltiplo exato), o dígito verificador é 0. Formulários e validadores que tratam RG como "só números" e rejeitam automaticamente qualquer valor com X no final estão, na verdade, rejeitando um formato válido dentro do próprio padrão SSP-SP.

Uso em testes de cadastro e KYC

Formulários de onboarding que pedem RG — bancos, fintechs, corretoras, processos de KYC (Know Your Customer) — normalmente fazem uma validação de formato bem mais permissiva que a de CPF, justamente porque não há um algoritmo único a se apoiar; a checagem costuma se limitar a comprimento, caracteres permitidos e, no máximo, ao dígito verificador do padrão SP quando o campo de UF emissora indica São Paulo. Isso torna o RG um bom caso de teste para verificar se o formulário trata corretamente entradas com X no dígito verificador, com e sem pontuação (00.000.000-0), e se o campo de UF emissora realmente influencia a lógica de validação ou é só decorativo — um erro comum é a UI pedir "Estado emissor" mas a validação de backend ignorar esse valor completamente.

Como o RG gerado aqui segue apenas um padrão de referência (não existe verificação de existência real, porque não há uma base nacional única para consultar), ele serve estritamente para testar a camada de validação de formato de um sistema — nunca para simular a identidade de uma pessoa real, inclusive porque, tecnicamente, seria impossível garantir isso dado que RGs de estados diferentes podem coincidir em número sem colidir de fato (o documento completo de identificação inclui a UF emissora, não só o número).

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