Embaralhador: Fisher-Yates de novo, e por que Math.random() é a escolha certa aqui
O embaralhamento de letras e de palavras usa o mesmo algoritmo
Fisher-Yates já documentado nas páginas de
Gerador de Senha e
Números Aleatórios deste
site — a técnica padrão para produzir uma permutação uniformemente
aleatória de uma sequência. A diferença relevante aqui, em contraste
direto com o gerador de senha: esta ferramenta usa
Math.random(), não crypto.randomUUID() ou
random_int(). É a escolha tecnicamente correta para este
caso específico — embaralhar letras de uma palavra para brincadeira
ou teste visual não tem nenhuma implicação de segurança que exija uma
fonte de aleatoriedade criptograficamente segura; usar uma CSPRNG
aqui seria over-engineering sem benefício real, o oposto do problema
discutido na página de Senha, onde a exigência de imprevisibilidade
é central ao propósito da ferramenta.
Embaralhar letras preserva pontuação e espaços como tokens intactos
O modo "embaralhar letras" divide o texto por fronteira de palavra
(\b) e embaralha apenas os tokens que são sequências de
letras — pontuação, espaços e números permanecem exatamente na
posição original, sem participar do embaralhamento. Isso preserva a
estrutura visual da frase (onde cada palavra começa e termina, onde a
pontuação aparece) enquanto embaralha só o conteúdo interno de cada
palavra — diferente de embaralhar a string inteira caractere a
caractere, que destruiria completamente a segmentação em palavras
reconhecíveis.
Diferente do fenômeno de "texto legível mesmo embaralhado"
Vale uma distinção de precisão em relação a um fenômeno popularmente citado sobre leitura: a ideia de que um texto permanece legível mesmo com as letras do meio de cada palavra embaralhadas, desde que a primeira e a última letra permaneçam no lugar — um efeito real, estudado em pesquisa de psicologia cognitiva sobre reconhecimento de palavra, mas que depende especificamente de preservar as duas letras das pontas. Este embaralhador não preserva essa restrição — embaralha todas as letras da palavra, incluindo a primeira e a última, produzindo resultados tipicamente bem menos legíveis que o efeito popularmente descrito, especialmente em palavras curtas.