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Gerador de Conta Bancária

Gere agência e conta fictícias para testar formulários e sistemas.

Cada banco tem seu próprio algoritmo de dígito verificador — não existe um padrão nacional único. Este gerador produz um número no formato comum (agência + conta + dígito calculado por um módulo 11 genérico), sem seguir a fórmula real de nenhum banco específico.

Documentação técnica

Gerador de Conta Bancária: por que não existe "o" algoritmo brasileiro

Assim como a Inscrição Estadual, a conta bancária brasileira não tem um algoritmo nacional único de dígito verificador — cada banco define o seu: Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa, por exemplo, usam quatro fórmulas diferentes entre si, com pesos e regras de conversão próprias, documentadas (quando publicadas) em manuais técnicos específicos de cada instituição, não em uma norma do Banco Central que unifique todos. Isso é diferente de CPF ou CNPJ, onde a Receita Federal define uma fórmula só, válida para o país inteiro.

O que este gerador realmente calcula

Este gerador produz agência (4 dígitos) e conta (5 a 8 dígitos, ajustável) no formato comum à maioria dos bancos, com um dígito verificador calculado por um Módulo 11 genérico (pesos cíclicos de 2 a 9, exatamente a mesma técnica já usada na certidão e na chave de NF-e deste site) — não a fórmula real de nenhum banco específico. É um dígito "plausível" (parece com o formato real, tem uma lógica matemática por trás, não é aleatório desconectado dos números) mas que não vai bater com o dígito que o Itaú ou o Bradesco calculariam para a mesma combinação de agência e conta.

Por que essa limitação é honesta, não um bug

Implementar as fórmulas reais de dezenas de bancos brasileiros com confiança exigiria acesso à documentação técnica proprietária de cada instituição — parte dela pública, parte não, e sujeita a mudança sem aviso. Um gerador que afirmasse calcular "o dígito verificador real do Bradesco" sem essa garantia estaria criando uma falsa expectativa de precisão. A abordagem adotada aqui — documentar claramente que é um cálculo genérico, não específico de banco — é consistente com o mesmo princípio já aplicado à Inscrição Estadual (só SP tem fórmula real) e à CNH (algoritmo não-oficial, mas assumido como tal).

Uso em testes de formulário e integração bancária

Para testar a camada de formato de um formulário de dados bancários (máscara de agência/conta, campo de dígito separado, validação de comprimento) — o caso de uso mais comum em testes de UI — este gerador é suficiente. Para testar uma integração real com um banco específico (por exemplo, validar que o sistema calcula corretamente o dígito verificador do Itaú antes de enviar uma ordem de pagamento), é necessário implementar e testar contra a fórmula documentada daquele banco especificamente — nenhum gerador genérico substitui isso com segurança.

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